Vendo área no Parque do Mirador / MA
Valor: xxxX
Localização: Mirador- MA
Contato:norquipvendas2@norquip.com.br
Vendo área de 7.241 ha, totalmente preservada, intacta, situada no Município de Mirador, Estado do Maranhão, às margens do Riacho Cachoeira, cravado dentro do Parque Estadual do Mirador, há cerca de 490 km de são Luis/Maranhão, entre os rios Itapecuru e Alpercatas, Coração da Amazônia Maranhense. O parque é uma área de cerrado, com inúmeras chapadas, veredas, penhascos e brejos e com grande variedade de fauna e flora.. A área foi escolhida como forma de proteção da Bacia Hidrográfica do Alto Itapecuru, uma das mais importantes do Estado, onde se encontram as nascentes de diversos formadores do rio Itapecuru, responsável pelo abastecimento de vinte cidades maranhenses, inclusive da capital, São Luís. Eta área possui todas as características e recursos naturais para empresas que queiram utilizá-la como reserva para obtenção de crédito de carbono.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Nossa natureza carbonizada
DENÚNCIA->Reparem nesse anúncio de extremo mau-caráter que recebi por email
VACAS MAGRAS E BOI DA BOCA PRETA

A coletiva de imprensa (13/05) convocada para lançar a candidatura do ex-governador Zé Reinaldo foi repleta de retórica e boas alfinetadas no Zé Sarney.
Segue alguns pontos que devem ser relembrados e conhecidos por quem não foi:
• José Reinaldo disse que frente de libertação é mais importante que sua candidatura e que ela pode não ser a única
• Sobre a possibilidade de dois candidatos da Frente chegarem ao 2ºturno, ele afirmou ainda não fazer futurologia
• Cunha Santos, jornalista do JP-jornal pequeno, provocou sorrisos com a pergunta: Estará Sarney passando dificuldades financeiras para ter que processar o JP em R$ 220mil?
• Questionado sobre se o processo (gautama) atrapalharia sua candidatura, afirmou que não e fez questão de citar o escândalo Lunus que não impediu a senadora Roseana Sairney se candidatasse, e que na justiça ele pode se defender das denúncias
Falou ainda que existem coisas no Maranhão que não se justificam, como o sucateamento da educação ( disse que quando estava no governo menos de 60 municípios tinham escolas de ensino médio), uma outra é a não-visita do presidente LULA ao nosso estado( no Piauí já foi 6 vezes).
Talvez seja porque o “Maranhão está uma maravilha” ou porque alguns políticos BOI-cotam a máxima que diz que o gado só engorda com o olho do presidente, e infelizmente tem muito pseudo-polítco que faz de tudo para que o Maranhão continue em período de vacas magras.
terça-feira, 8 de abril de 2008
SEM NET;p
Aconteceu!! ESTOU SEM NET E SEM NORTE
Escrevo rapidamente, por cima dos ombros da minha amiga
para justificar a minha ausência do mundo virtal
espero em breve voltar com informaçoes quntes...
abraços da jornalista AAMANDA DUTRA
Escrevo rapidamente, por cima dos ombros da minha amiga
para justificar a minha ausência do mundo virtal
espero em breve voltar com informaçoes quntes...
abraços da jornalista AAMANDA DUTRA
segunda-feira, 24 de março de 2008
AudiÊncia pública sobre a CEMAR
Amanhã notícias quentinhas do bafafá que rolou na assembléia dos deputados na audiencia de hoje sobre a proibição dos medidores digitais que a CEMAR vinha instalando...AGUARDEM!!!
sábado, 22 de março de 2008
QUILOMBOS MARANHENSES:vale a pena assistir e saber mais
DOCTV: Quilombos Maranhenses: Cultura e Política
Existem no Maranhão cerca de 400 comunidades negras. Quilombos Maranhenses: Cultura e Política investiga os aspectos sócio-políticos destes grupos, enfocando os quilombos de Santa Cruz, localizado no município de Buriti de Inácia Vaz, e Damásio, situado no município de Guimarães. O filme aborda ainda a atual situação de inúmeras comunidades de Alcântara, que perderam seu território original para a Base de Lançamento de Foguetes, e tantas outras comunidades quilombolas que se encontravam relegadas ao esquecimento. Uma demonstração de que a cultura negra não pode ser reduzida ao binômio "dançar e cantar": é política, é lazer, resistência, organização, a própria vida.
Diretor: CLÁUDIO FARIAS
Tempo: 55 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2007
Existem no Maranhão cerca de 400 comunidades negras. Quilombos Maranhenses: Cultura e Política investiga os aspectos sócio-políticos destes grupos, enfocando os quilombos de Santa Cruz, localizado no município de Buriti de Inácia Vaz, e Damásio, situado no município de Guimarães. O filme aborda ainda a atual situação de inúmeras comunidades de Alcântara, que perderam seu território original para a Base de Lançamento de Foguetes, e tantas outras comunidades quilombolas que se encontravam relegadas ao esquecimento. Uma demonstração de que a cultura negra não pode ser reduzida ao binômio "dançar e cantar": é política, é lazer, resistência, organização, a própria vida.
Diretor: CLÁUDIO FARIAS
Tempo: 55 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2007
quinta-feira, 20 de março de 2008
Agência Matraca apresenta exposição fotográfica
A Agência de Notícia da Infância Matraca apresenta a exposição fotográfica “Filhos da terra – crianças e adolescentes do semi-árido maranhense”, cujo o objetivo é expor fotografias que retratem a realidade sócio-cultural de crianças e adolescentes do semi-árido maranhense. A abertura da mostra será na próxima terça-feira, 25, às 16h, na Galeria do Cofo, localizada na Casa de Nhozinho (Rua Portugal, nº. 185 - Praia Grande).
A exposição faz parte do projeto “Um olhar sobre as crianças e adolescentes do semi-árido maranhense”, que tem o patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil, por meio do Programa BNB de Cultura e apoio da Superintendência de Cultura Popular. As fotos, produzidas pelos fotógrafos Aline Cristina e Luciano Nascimento, trazem imagens de 13 municípios do semi-árido maranhense e pretende estimular a reflexão a respeito do índice de desenvolvimento humano que caracterizam essa região, abrangendo traços culturais (patrimônio material e imaterial), econômicos, ambientais etc.
As fotos foram realizadas entre os meses de outubro do ano passado e janeiro deste ano com a idéia de fazer um registro da infância do semi-árido maranhense, pertencente a uma rica herança cultural expressa em artesanatos e brinquedos feitos de madeira e talo de buriti, como o pião; e em manifestações culturais. Em boa parte delas, a participação de crianças além de ser incentivada pelas comunidades, também é indispensável para sua concretização, a exemplo do Reisado Careta e Visita de Cova, ambos em Caxias.
Dessa forma, a exposição fotográfica “Filhos da Terra – crianças e adolescentes do semi-árido maranhense”, também busca chamar a atenção para os compromissos assumidos pelo governo através do Pacto e que podem contribuir para a superação desses índices de desigualdades e também servir como exemplo para outras iniciativas que visem melhorar a situação da infância brasileira.
Já no dia 26, a partir das 9h, também na Casa de Nhozinho, haverá a realização de uma oficina que tratará sobre os resultados do Pacto “Um mundo para a criança e o adolescente do semi-árido” priorizando a discussão em duas vertentes: uma referente ao lugar social que a cultura ocupa na construção de identidades e outra com as possibilidades de sua utilização na promoção do desenvolvimento humano nas comunidades pertencentes aos municípios visitados. As inscrições são gratuitas.
A exposição faz parte do projeto “Um olhar sobre as crianças e adolescentes do semi-árido maranhense”, que tem o patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil, por meio do Programa BNB de Cultura e apoio da Superintendência de Cultura Popular. As fotos, produzidas pelos fotógrafos Aline Cristina e Luciano Nascimento, trazem imagens de 13 municípios do semi-árido maranhense e pretende estimular a reflexão a respeito do índice de desenvolvimento humano que caracterizam essa região, abrangendo traços culturais (patrimônio material e imaterial), econômicos, ambientais etc.
As fotos foram realizadas entre os meses de outubro do ano passado e janeiro deste ano com a idéia de fazer um registro da infância do semi-árido maranhense, pertencente a uma rica herança cultural expressa em artesanatos e brinquedos feitos de madeira e talo de buriti, como o pião; e em manifestações culturais. Em boa parte delas, a participação de crianças além de ser incentivada pelas comunidades, também é indispensável para sua concretização, a exemplo do Reisado Careta e Visita de Cova, ambos em Caxias.
Dessa forma, a exposição fotográfica “Filhos da Terra – crianças e adolescentes do semi-árido maranhense”, também busca chamar a atenção para os compromissos assumidos pelo governo através do Pacto e que podem contribuir para a superação desses índices de desigualdades e também servir como exemplo para outras iniciativas que visem melhorar a situação da infância brasileira.
Já no dia 26, a partir das 9h, também na Casa de Nhozinho, haverá a realização de uma oficina que tratará sobre os resultados do Pacto “Um mundo para a criança e o adolescente do semi-árido” priorizando a discussão em duas vertentes: uma referente ao lugar social que a cultura ocupa na construção de identidades e outra com as possibilidades de sua utilização na promoção do desenvolvimento humano nas comunidades pertencentes aos municípios visitados. As inscrições são gratuitas.
segunda-feira, 17 de março de 2008
“O mundo global visto pelo lado de cá – encontro com Milton Santos”
A exibição do filme de Sílvio Tendler “O mundo global visto pelo lado de cá – encontro com Milton Santos” será a base da aula inaugural do Curso de Ciências Econômicas da UFMA no primeiro semestre de 2008, organizada pela Coordenadoria do Curso de Ciências Econômicas e o Departamento de Economia. O evento é aberto ao público e acontecerá nesta terça-feira, dia 18 de março, a partir das 18:30h no Auditório do Centro de Ciências Sociais da UFMA.
De acordo com a revista Ciência Hoje Milton Santos (1926-2001) é considerado o maior geógrafo brasileiro pelos colegas de profissão. O professor de voz calma e olhar tranqüilo sublinhou o aspecto humano da geografia e viu na população pobre o ator social capaz de promover uma outra globalização, o que defendeu em livros e conferências pelo mundo.
Produziu 40 livros e 300 artigos científicos. Foi o único estudioso fora do mundo anglo-saxão a receber o mais alto prêmio internacional em geografia, o Prêmio Vautrin Lud (1994). Considerada equivalente ao Nobel na Geografia, a láurea marcou o reconhecimento de suas idéias no Brasil.
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